Todos nós, amantes do futebol, sabemos que qualquer encontro entre Brasileiros e Argentinos é sempre cercado de muita catimba, provocação e rivalidade, não apenas no futebol, mas também no basquete, gamão, ping-pong, dominó, arremesso de codorna ou qualquer outra coisa que o valha. Um exemplo típico dessa guerra de nervos que tornou-se Brasil e Argentina é o Superclássico das Américas, torneio jogado apenas pelas duas seleções mais fortes da América do Sul, e que voltou a ser disputado após alguns anos encostado.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Ontem e hoje
Todos nós, amantes do futebol, sabemos que qualquer encontro entre Brasileiros e Argentinos é sempre cercado de muita catimba, provocação e rivalidade, não apenas no futebol, mas também no basquete, gamão, ping-pong, dominó, arremesso de codorna ou qualquer outra coisa que o valha. Um exemplo típico dessa guerra de nervos que tornou-se Brasil e Argentina é o Superclássico das Américas, torneio jogado apenas pelas duas seleções mais fortes da América do Sul, e que voltou a ser disputado após alguns anos encostado.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Destaques...
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Termina a primeira etapa!!!!
Fim do primeiro turno para os 20 times que disputam a série A do Brasileirão 2012. Como a maioria já sabe, o galo mineiro é o líder, e até com certa folga, pois tem 43 pontos, um a frente do Fluminense, segundo colocado na tabela, e ainda um jogo a menos. Além disso, possui uma campanha irretocável, a melhor na era dos pontos corridos desde 2006, quando o campeonato passou a contar com 20 clubes.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Mercearia da Bola

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Um Best 2012 para todos
E para começar bem o ano novo, nada melhor do que descrever um craque que era o melhor até no nome. George Best era irlandês de nascimento, mas fez história, onde possui até estátua ao lado dos não menos lendários Denis Law e Bobby Charlton, no inglês Manchester United. Atuou por 11 longos anos nos Red Devils, com 361 jogos e 138 gols com a camisa 8 vermelha, alguns deles inesquecíveis, como o terceiro tento contra o Benfica de Eusébio em Wembley na decisão da Copa dos Campeões, gol este que aconteceu após Best driblar toda a defesa portuguesa.
Assim como seu talento, seu gosto pela noite era gigantesco, o que em diversas ocasiões, atrapalhou e ofuscou alguns períodos da sua carreira. Chamado de o “Quinto Beatle”, Best passou a ser figurinha carimbada em festas e bares, sempre acompanhado de lindas mulheres, histéricas pelo jovem craque de cabelos esvoaçantes e rosto de galã. Sua vida boemia não tardou a lhe trazer problemas, sendo o alcoolismo o principal deles.
Passou a conviver com o problema da bebida, e pouco a pouco seu talento foi relegado a segundo plano. Saiu do Manchester United após a pífia campanha que levou o time à segunda divisão, perambulando por diversas equipes pequenas, sem, no entanto, ser sombra daquele jogador inigualável que destruía as defesas adversárias. Ficou preso por oito semanas, após dirigir embriagado e bater em um policial. Encerrou a carreira aos 38 anos, mas não os problemas com o álcool.
Diversas frases que o eternizaram, mostram o porque de ter sido sempre considerado um jogador polêmico. Algumas delas, tais como: “Em 1969, eu abandonei as mulheres e o álcool. Foram os 20 piores minutos da minha vida”, e “Gastei muito dinheiro com bebidas, mulheres e carros. O resto eu desperdicei” são citadas até hoje quando se fala de Best. Morreu em 2005 aos 59 anos, mas será sempre reverenciado pelo futebol mágico que mostrava, principalmente com a camisa do Manchester United!!!
O super herói: Ézio
As histórias em quadrinhos que relatam a saga de heróis como Super Homem, Batman, Aquaman e Homem Aranha na busca da justiça e da paz, nunca mostram, apesar de batalhas homéricas travadas contra diversos inimigos poderosos, que eles tenham saídos feridos ou mortos. Alguns dizem inclusive, que eles não morrem!!!
Mas, infelizmente, a vida real é bem distinta da ficção, e dias atrás isso pode ser comprovado. Diferente da maioria dos super heróis, talvez por isso com final mais doloroso, Ézio Leal Moraes Filho, mais conhecido como “Super Ézio”, apelido que ganhou do cronista Januário de Oliveira, e que utilizava apenas a bola como arma para derrotar os adversários, faleceu após ser tomado por um câncer de pâncreas.
Centroavante do Fluminense em uma época complicada do time das Laranjeiras, quando bons jogadores eram raros na equipe, Ézio sempre marcou. Foram 119 gols em 237 jogos com a camisa tricolor (de 1991 a 1995), e com isso, ganhou o respeito dos torcedores do Flu. Além de goleador, o super herói também era, segundo alguns companheiros da época de jogador, uma pessoa muito profissional, bastante companheiro e amigo.
Pela personalidade simples e carismática, além do apelido que o consagrou, Ézio passou a ser um jogador bastante conhecido e querido por todas as torcidas. Além do Fluminense, defendeu ainda Bangu, onde iniciou a carreira, Portuguesa-SP, Atlético Mineiro, Olaria, Rio Branco – ES e Inter de Limeira, porém sem tanto sucesso como no tricolor.
Uma das lembranças que tenho do super Ézio, e que infelizmente acabaram não se concretizando, é que antes de defender o Galo de Minas, notícias davam conta de que ele estava negociando para defender o Corinthians. O negócio acabou não acontecendo, e ninguém à época acabou conseguindo dizer o real motivo para que a equipe de Parque São Jorge, ávida por um super herói (leia-se goleador), não selasse o acordo com o atacante.
Anos depois, já com a carreira encerrada, Ézio deu uma longa entrevista, só não me lembro para que veículo de comunicação, relatando os longos anos em que correu atrás da bola, seus gols, virtudes, erros, frustrações e alegrias. Foi quando o repórter perguntou a ele sobre sua saída do Fluminense e o acerto com o Atlético Mineiro. Entre os dois, ele comentou, com um ar um pouco resignado, sobre o Corinthians, e que não havia jogado com a camisa alvinegra, pois Eduardo Amorim, técnico corinthiano da época, o vetou, dizendo que Ézio não tinha o perfil de atacante que o time precisava.
Sem dúvida, são lembranças e histórias que fazem do futebol, o esporte mais apaixonante do planeta. Mas, com certeza, após essa entrevista, passei a gostar ainda mais do “Super Ézio”, que transformava a dor e angústia de um placar adverso, em alegria e êxtase por mais uma vitória, utilizando apenas sua arma preferida, a pelota, para fazer justiça e provar a todos os torcedores que um Super Herói não morre jamais!!!
terça-feira, 1 de novembro de 2011
O matador holandês

Postado no blog Pelejas em 31/10/2011.
Parece que o mês de outubro foi feito para acomodar grandes craques da história do futebol mundial. Pelé, Maradona e o holandês Marco van Basten, que completa 47 anos hoje, são “apenas” alguns exemplos. Este último, mesmo sem alcançar a magia dos outros dois gênios da bola, foi um centroavante sensacional!!!!
Nascido na cidade holandesa de Utrecht, o garoto Marco foi descoberto por olheiros do Ajax com apenas dezessete anos. Estreou no time de Amsterdan com muita expectativa da comissão técnica e, principalmente da torcida, no dia 3 de abril de 1982. Substituiu ninguém mais, ninguém menos que outro mago da bola, Johan Cruyff, e como quem não quer nada anotou seu primeiro tento na equipe da capital.
Não demorou muito para estrear e também marcar para a seleção holandesa. Sua estréia com a camisa laranja foi contra a Islândia, mas seu primeiro gol foi contra a Bélgica dias depois. Clássico, elegante e com um faro de gol impressionante Van Basten logo começou chamar a atenção de grandes clubes da Europa, e estava claro que seus dias no Ajax estavam contados.
Deixou o clube holandês com o título da Recopa Européia, marcando na decisão o único gol da partida contra o Lokomotiv Leipzig. De lá foi para o Milan da Itália, e formou, ao lado dos compatriotas Frank Rijkaard e Ruud Gullit, um dos times mais vitoriosos da história dos rossoneri. Italiano, bi Campeão da Champions League e Campeão do Mundo foram apenas alguns títulos de uma era dourada.
Junto com o sucesso os marcadores vieram também, e Van Basten virou alvo de zagueiros botinudos e violentos. Com isso, o atacante passou a conviver com diversas lesões que abreviaram, e muito, sua carreira. Nem um jogo comemorativo pode ser feito, já que seus tornozelos, avariados por tantas contusões e cirurgias, o impediam de caminhar naturalmente.
Sem o mesmo brilho dos tempos de jogador Marco acabou seguindo o rumo natural de um ex-jogador de futebol e assumiu o cargo de técnico. Iniciou a carreira treinando os juvenis do Ajax, e em seguida surgiu a oportunidade de treinar o selecionado holandês. Após sua saída em 2008, assumiu novamente o Ajax, agora no time principal, mas, pressionado por resultados pouco convincentes, saiu em 2009. Deixou saudade nos amantes de futebol, que viam naquele atacante virtuoso, a maneira mais rápida de chegar ao gol adversário.


